BlizzCon 2017 – os anúncios de ontem que me fizeram arrepiar de emoção!

Oi gente!! O segundo post da semana demorou mas saiu! E só saiu hoje por motivos de BlizzCon 2017 que começou ontem lá na Califórnia! Eu estou acompanhando tudo online, graças ao meu ticket virtual (opção pra quem não pôde comparecer pessoalmente).

BlizzCon 2017 - WoW

Lembra que eu disse aqui o quanto eu amo o game WoW da Blizzard? Até falei que o evento aconteceria agora dia 3 e 4 de novembro. Pois é, ele começou trazendo novidades dos diversos jogos da empresa, e, apesar de eu gostar de outros games deles também, meu interesse está focado em World of Warcraft. Chorei de emoção ao ver os anúncios da próxima expansão e morri de vontade de estar lá pessoalmente sentindo toda aquela energia. É incrível como uma comunidade unida por um amor em comum pode ter uma energia tão boa.

Mas vamos aos anúncios que mais me emocionaram!

Para coisas mais técnicas e mais detalhes, acessem o WoWGirl, lá tem tudo detalhadinho e as meninas arrasam!

Depois de passarmos algumas expansões lutando para salvar o amado planeta Azeroth, depois de expurgamos a Legião Ardente do nosso planeta, a rivalidade entre Aliança e Horda volta a ser o centro de nossas atenções. Jaina Proudmoore se mandou para sua terra natal logo no início de Legion, 100% putaça com as traições da Horda como nunca vimos antes. Não sabíamos o que ela andava fazendo, mas ela ressurge boladona dizendo: acabou a brincadeira, agora é guerra! Essa será a premissa de World of Warcraft: Battle for Azeroth.

Não sabemos o que realmente vai acontecer, mas como elfa noturna, membro da Aliança (Pela Aliança!!), meu coração doeu ao ver minha amada Teldrassil queimar. O que será que levou Sylvannas a um ato tão cruel? Será que a provocamos primeiro? Disseram na BlizzCon 2017 que a Undercity havia sido atacada pela Aliança, mas não se sabe quem começou primeiro. Não sei o que pensar, mas dá uma olhada nesse cinematics maravilhoso (saca só a perfeição na pele e cabelos dos personagens, parece até filme!!)

Sylvannas virando banshee e gritando “Pela Horda!” é de arrepiar, mas rei Anduin tomando as rédeas de sua vida, e invocando os poderes de priest dos céus para salvar seus soldados não deixa nada a desejar. E, mais uma vez… PELA ALIANÇA!! Putz, to toda arrepiada de novo, até os pelinhos da perna, cara!

BlizzCon 2017 - Sylvannas

Destaque para o sorrisinho de Sylvannas, como quem pensa “Agora assim, garoto, isso sim é uma guerra que vale a pena ser lutada!”
Prevejo várias tretas!

Agora, o que foi esse mapa de Overwatch (outro jogo super legal que eles tem)? Bem que a Blizzard podia montar um parque desses na vida real Vai Blizzard, nunca te pedi nada!

 

Diversos painéis interessantes da BlizzCon 2017…

Muita coisa para ver ao mesmo tempo, mas um em particular me chamou a atenção: O painel Voices of Blizzard: Powerful Women of WarCraft. Este painel maravilhoso reunia algumas atrizes que fazem as vozes de personagens fortes no game World of Warcraft. Eu não tenho como disponibilizar esse painel pra vocês darem uma olhada, pois era um conteúdo exclusivo para quem tem o ticket. Mas posso dizer que foi incrível de se ver.

Mediado pela diretora de voz e responsável pelo casting da Blizzard, Andrea Toyias, a conversa com as atrizes foi super gostosa de acompanhar. Andrea é super simpáticas e cheia de carinho pelo trabalho que faz.  No painel estiveram presentes Laura Bailey que interpreta Jaina Proudmoore; Elle Newlands que faz a regente de Altaforja Moira ThaurissanDeb Mae West que faz a incrível voz de  Maiev Shadowsong ( ou Maiev Cantonegro);  Misty Lee, a voz de Lady Liadrin; Salli Saffioti, a Thalyssra primeira arcaísta de SuramarMara Junot, voz de Alleria Windrunner (Alleria Correventos, irmã de Sylvannas; Patty Mattson, a icônica Sylvannas Correventos ; e por fim o designer sênior Steve Danuser, único homem no painel.

Andrea Toyias explicou como faz a escolha dos atores para interpretar as vozes os personagens. Disse que procura pelas pessoas certas, que vão doar personalidade e emoções para as personagens, não simplesmente uma dublagem. Foi delicioso depois ver cada uma das atrizes falando sua experiência nesse trabalho de anos (sim, há quem esteja fazendo esse trabalho há mais de 10 anos), e explicando como fazem para se inspirar e achar a voz certa para interpretar as personagens. Apesar das personagens serem fortes heroínas, também tem momentos de vulnerabilidade, medo e confusão, como na vida real. Além de procurarem manter a feminilidade lidando com tudo que acontece ao redor delas. Dá pra ser feminina e poderosa ao mesmo tempo sim (já fica aqui a dica hahahah)!

Esse painel em especial me cativou por dois motivos. Um deles foi a possibilidade de conhecer um pouquinho quem está por traz de vários personagens que admiro. Mas o principal foi a mensagem passada pelo painel. Toda essa questão de ser feminina e poderosa ao mesmo tempo, as dificuldades que nós mulheres temos ao nos impor ao mundo. Sendo tachadas disso e aquilo por nos mostrarmos fortes e poderosas.

O incentivo em sermos quem nós somos, termos orgulho de sermos que somos, de não termos medo de mostrar ao mundo quem somos. Que podemos sim ser “bad asses” sem deixar de ser femininas.

Outra mensagem importante foi que tudo é uma questão de escolha. Não podemos escolher o que nos acontece, mas podemos (e devemos) escolher o que fazer com o que nos acontece. “It’s not what happens to us, but what we do about it.”  Quando somos derrubadas e nos reerguemos, nós escolhemos ser as nossas próprias heroínas, as heroínas de nossas próprias histórias.

Steve Danuser fechou o painel falando o quanto trabalhar com mulheres fortes fez dele um homem melhor. <3

Além disso as atrizes foram super fofas respondendo perguntas da plateia. Incentivando uma fã tímida que fez uma pergunta super nervosa. Ela perguntou como as atrizes fazem para interpretar mulheres fortes acolhendo sua própria feminilidade. Basicamente como ser poderosa e feminina ao mesmo tempo. A intérprete de Lady Liadrin, Misty Lee, respondeu com algo que me deixou arrepiada. Ao dizer que a jovem era forte e feminina e tinha mostrado isso para todo mundo ao se levantar e ir fazer a pergunta na frente de todos, mesmo mostrando sua timidez. Ela disse então a seguinte frase: “The more of your heart you show us, the more we get to conect. Remember this: you matter” – “Quanto mais você mostra o seu coração, mais podemos nos conectar. Lembre-se disso, você é importante!”

Desculpe o palavrão, mas foi muito foda!! Como não ser fã?

Halloween – Dia das Bruxas – significado e ideias de decoração!

Hoje é dia das bruxas!! Êeeeee! Eu simplesmente adoro o Halloween. É a época do ano que eu mais gosto pra ser sincera. Gosto até mais do que o natal, ou o meu próprio aniversário.  Eu acho divertidíssimo essa coisa toda de se fantasiar de algo diferente, as decorações, as festas temáticas, o clima de medinho… Amo! Uma pena que aqui no Brasil não exista uma tradição real pra esta festa. Inclusive, fui procurar itens de decoração de Halloween nas lojas e não achei quase nada.  Já as de Natal tão saindo pelo ladrão!

Halloween

Mas o que é esse tal de Halloween?

Mas pera aí… que troço é esse de Halloween? Dia das bruxas? Que palhaçada é essa? Apenas uma data comemorativa americana? Do que se trata realmente?  Explico.

Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se do antigo festival celta da colheita, o Samhain . Este era o festival em que se comemorava a passagem de ano dos celtas. O Samhain inicia o inverno celta enquanto o verão é celebrado no festival de Beltane.  O Samhaim era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a suas casas para visitar os familiares, para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira. Quando os véus entre o mundo dos vivos e dos mortos se afinam, permitindo a passagem deles pro lado de cá.

Na tradição católica, a data também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual Halloween“. Antecedendo o Dia de Todos os Santos, feriado religioso comemorado no dia 01 de Novembro.

No México, eles comemoram os días de los muertos nos dias 1 e 2 de novembro. É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Segundo a crença popular, os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.

Halloween

Só no Brasil que não temos essa forte tradição. Se você observar bem, são inúmeros os países que comemoram o Halloween. Cada país com seus costumes específicos, mas com uma grande festa alegre e animada. Pesquisando por alto vi que o Japão gosta de comemorar fantasiando duas crianças, Estados Unidos e Canadá também enfeitam suas casas, fora vários países da Europa que também participam dessa comemoração. Queria muito que fosse assim aqui também.

Ideias de decoração para festa que sonho em fazer um dia

Um dia ainda hei de fazer uma festa de Halloween bem animada tipo o que vemos nos filmes e séries. Meu sonho de princesa, sério. Por isso, dei uma pesquisadinha no querido pinterest e reuni algumas ideias, levando em consideração os símbolos principais da festa.

Halloween

Os principais símbolos do Halloween são: a abóbora decorada, oca com olhos nariz e boca esculpidos.  Coloca-se velas acesas por dentro como símbolo da fertilidade e da sabedoria e dando aquele ar ligeiramente assustador não é mesmo?

Halloween

As bruxas, por motivos óbvios. O gato preto representando também as bruxas, pois, segundo a tradição, elas possuem a capacidade de se transformarem neste animal (ou algumas os tem como melhores amigos né). A vassoura que representa a limpeza de tudo aquilo que é negativo, além de ser um dos principais instrumentos das bruxas. Ah! E tem os caldeirões também!

Halloween

Halloween

Os doces, já que a principal brincadeira deste dia é a “doces ou travessuras” (Trick-or-Treat, em inglês). Os morceguinhos, uma alusão à capacidade de enxergar o interior da pessoa e não só o exterior ( e é claro, uma das formas dos vampiros).

Halloween

E vários outros seres como aranhas, fantasmas, zumbis, etc.

Halloween

Halloween

Halloween

E vocês? Curtem Halloween? Já foram a uma festa? Do que gostariam de se fantasiar?

Mas super dá pra passar o Dia das Bruxas em casa também, maratonando séries e filmes de terror, comendo doces e se fantasiando um pouco, né? Como vocês passarão o Halloween de vocês? Deixe nos comentários!

Para se encontrar, se permitir florescer, se amar…

Tenho conversado com algumas pessoas e tenho percebido que há um problema comum rondando principalmente pessoas da minha geração. Na verdade eu não sei exatamente sobre as outras gerações, mas muitos que estão nos 30 e poucos estão passando mais ou menos pelo mesmo dilema: precisar se encontrar.

Se encontrar

Eu sei. Está todo mundo vivendo uma crise. Por ter sido criança nos anos 80 eu lembro como era difícil pros meus pais sustentarem a gente com uma inflação galopante. Toda sexta-feira tínhamos que enfrentar horas de fila nos postos de gasolina para abastecer o carro antes que o preço do combustível fosse reajustado ( no caso nosso carrinho usado era à álcool).  As compras no mercado deveriam ser de mês e pesquisando muito os preços pra meio que estocar em casa os mantimentos, antes que tudo aumentasse de novo. Era desesperador pra eles. Os preços de tudo subiam no mesmo dia.  E eu era aquela criança chata que queria comer carne. Depois de adulta minha mãe me contou que além de ser cara a carne estava em falta no mercado, era difícil conseguir. Então ela e meu pai deixavam de comer carne para que nós pudéssemos comer, meu irmão e eu. Eram tempos muito difíceis.

Depois disso, com o plano real, a vida das pessoas mudou. As pessoas conseguiam comprar as coisas, a inflação deu uma freiada, as pessoas conseguiam respirar aliviadas. E meio que fui adolescente e o início da minha vida adulta foi nesse clima mais tranquilo. Tivemos facilidades que nossos pais não tiveram. E tudo ia super bem. Foram anos prósperos para muita gente, de verdade. Era possível se planejar para o  futuro. As viagens ao exterior se tornaram viáveis. Muita coisa mudou pra melhor. Por incrível que pareça.

Preciso me encontrar

Porém, recentemente as coisas deram uma piorada novamente. Claro que nem se compara com o que era antes. Mas o momento é de uma série de incertezas e medos. Há uma crise política, social e econômica. O desemprego rondando como fantasma. Pessoas brigando no Facebook quando ao mesmo tempo buscam se reafirmar. Quando no fundo estão buscando aprovação. E aí, quando conversamos descobrimos que o sentimento é mais ou menos o mesmo: “preciso me encontrar”.

Ao mesmo tempo que se prega uma liberdade de ser quem se é, liberdade de escolher o que quiser, uma constante busca por aprovação está cada vez mais gritante. E as pessoas cada vez mais infelizes e perdidas.

Quem você pensa que é?

Eu não sou absolutamente ninguém pra te dizer como se encontrar. Não sou psicóloga nem nada. Mas eu acho que posso ajudar contando um pouquinho da minha experiência.

Aí que eu te proponho o seguinte exercício: E se a gente começasse por se desligar um pouco da opinião alheia, do que esperam da gente e se concentrasse em nosso bem estar? Assim, sem ter que postar tudo na internet pra dizer “olha como eu sou feliz e realizada!” quando na verdade se está infeliz consigo mesma (o)? Ah, deixa eu contar um segredo: ninguém está feliz o tempo todo tá? É ilusão de internet.

“Ah, Cynthia, mas me concentrar em mim mesma dá muito trabalho, fico me achando horrível, péssima e lembrando dos problemas. Pelo menos os elogios da internet me fazem sentir um pouco melhor“. Ok, eu compreendo. Aliás, esse é o motivo que muita gente faz selfie. Eu mesma comecei a fazer selfie por uma questão de autoestima abalada. Mas sabe onde foi mesmo que eu me senti feliz de verdade? Quando comecei a me dedicar a ajudar o próximo.

Pensando no próximo, talvez?

Já assistiram o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain? (Se não viu, deveria, é ótimo!).  É mais ou menos essa a filosofia. Fazendo pequenos gestos para melhorar o dia de alguém. Fazendo pequenas doações aqui e ali. Me importando com os problemas de pessoas próximas e me dispondo a ouvir, aconselhar, essas coisas… Quando faço isso, me tiro do centro do meu universo e coloco outra pessoa. Ajudo no que posso e a sensação de alegria que me dá é genuína.  E faço sem esperar nada em troca. Faço mesmo quando não estou muito legal.

Parece papo de crente, mas não é não. Sempre haverá uma ONG pra ajudar, uma pessoa pra estender a mão. Nesse processo a gente acaba aprendendo sobre outras realidades diferentes da nossa. Aprende a julgar menos, a amar mais. No fim das contas até percebemos que a gente nem tá tão ruim assim, vai.

É certo que você vai se encontrar assim? Não sei. Sei que para mim ajudou bastante, e ainda ajuda. Mas uma coisa eu posso garantir: uma vez que olhamos para o lado, percebemos que não somos o centro do universo. Percebemos que julgamentos alheios são inúteis para a nossa evolução. O que as pessoas pensam é problema delas e o que importa de verdade é como você se sente em relação a você mesma(o).

Se conhecer para se encontrar. Permitir-se florescer.

Permita-se se conhecer. Entrar em contato com a pessoa que você é. Aceite e agradeça quem é, melhore o que tiver de melhorar, permita-se florescer. Mas faça-o por você mesmo, e não preocupado no que os outros vão pensar.

Esqueça a opinião dos outros. Faça caridade (seja ela qual for: doação, um ombro amigo, um pequeno gesto de carinho). Concentre-se nos problemas dos outros e tente encontrar maneiras de ajudar. Perceba que todos temos problemas e que ninguém é efetivamente melhor do que ninguém. Lembre-se que, apesar das aparências de internet, não sabemos nada da vida do outro. Não sabemos o que o outro está passando de verdade. Depois disso, volte a si mesma, se abrace, se aceite, se ame e melhore o que achar que deve. Repita o processo.

Não tem fórmula mágica. O que tem é um constante aprendizado. Desafios diários e oportunidades constantes de fazer o bem. Só olhar em volta. E depois olhar de novo para dentro de si. Não é fácil não. Primeiro vamos ver um monte de coisas que a gente não gosta. E quer saber a verdade? O que a gente não gosta em nós é sempre o que vai sobressair. Temos dificuldades de enxergar nossas qualidades.

Eu mesma, como disse acima, tenho a autoestima super abalada. Estou 100% satisfeita com o meu corpo? Ainda não, mas continuo trabalhando para mudar isso. É um exercício diário me aceitar. Tem dia que simplesmente bate a bad e não rola mesmo. Mas aí tem que deixar passar. Às vezes dura mais de um dia até. Só que tem uma hora que é preciso sacudir a bad pra lá e retomar as rédeas do seu bem estar. Ninguém pode te deixar feliz com você mesma a não ser você mesma.

Independente da opinião dos outros é importante você se fortalecer e viver a sua verdade. O que te faz feliz. Pois se a gente não se fortalece, qualquer comentáriozinho maldoso ou crítico já deixa a gente super mal. É preciso se fortalecer para não cair nessas armadilhas.

Se autoavalie e lembre-se: não há respostas prontas!

O que você acha que é super legal em você? Quais são seus talentos? Por que você acha que seus amigos te amam e querem o seu bem? E por aí vai.

Agora, o que você acha que poderia melhorar em você? Com base na SUA própria opinião, o que você acha que pode ser aprimorado? Esquece a opinião dos outros e responda sinceramente o que você quer pra você. Essa pergunta só você mesma pode responder. Você é responsável por sua evolução e felicidade. Mais ninguém.

Não é fácil. Não tem respostas prontas. Não há gabarito pra vida. Por mais que alguém venda a imagem de que é super bem resolvida, pode apostar que na vida particular tem sempre algo que incomoda. A gente nunca está (e acho mesmo que nunca estaremos) 100% satisfeitas com nós mesmas. É ou não é?

Então o que eu posso dizer é: ame-se do jeitinho que você já é. Aprimore o que der para ser aprimorado e aceite o que não der. Mas lute sempre pra ser uma melhor versão de você mesma. Não é nada fácil. Ninguém disse que seria. Mas exercite esse amor próprio. Pois no final das contas, quem tem que conviveram você 24 horas por dia, é você mesma.  Partiu se amar? Ou pelo menos exercitar o amor próprio até conseguir? Já é um começo.

Falando nisso, já viram o texto sobre sair da zona de conforto? Dá só uma olhada!

Beijos e até a próxima! <3