Corte de Espinhos e Rosas, de Sarah J. Maas

Oi! Fazia tempo que eu não falava de livros, né? Da última vez que fiz uma resenha aqui, eu estava desesperara para ler a continuação de Trono de Vidro. Pois é, ainda não tive acesso a Trono de Vidro 6, mas comecei a ler a série de livros Corte de Espinhos e Rosas, de Sarah J. Maas.

Isso porque eu simplesmente me apaixonei pelo universo de trono de vidro e decidi me consolar com algo que se aproximasse àquela estória. Eu não podia estar mais errada. A série de livros Corte de Espinhos e Rosas é bem diferente da história de Aelin Galanthynius. E eu vou explicar porque. ( Na verdade já terminei de ler o primeiro tem um tempão. O caso é que emendei no segundo e depois no terceiro, mas hoje vou falar apenas do primeiro livro da série, ok?)

Corte de Espinhos e Rosas, Sarah J. Maas - versão ebook kindle

Aqui conhecemos Feyre Archeron. Uma jovem muito pobre que precisa caçar para que sua família não morra de fome. Seu pai um dia foi um rico comerciante, mas perdeu tudo e teve a perna quebrada por seus credores por não pagar suas dívidas. Feyre é a irmã mais nova de Nestha e Elain, e, apesar de amar profundamente as irmãs não se entende muito bem com elas. Nestha é extremamente arrogante, e Elain é um doce, mas vive em um mundo de sonhos. Feyre é a mais fria das irmãs, marcada pelo sofrimento.

Sobra para Feyre garantir a sobrevivência da família e é em uma de suas caçadas, quase morta de fome, castigada pelo rigoroso inverno, que ela mata um lobo grande demais para ser um lobo qualquer. Sem saber, ela mata um ser feérico, povo este muito temido pelos humanos comuns. É esse ato que muda completamente seu destino.

Uma vida por outra vida. Essa é a lei dos feéricos. Assim sendo, dias depois um feérico assustador bate à porta de Feyre e exige que ela a acompanhe. Sem alternativa, ela é levada pelo feérico para o outro lado da temida muralha mágica que separa o mundo dos frágeis humanos do mundo dos poderosos feéricos.

A narrativa de Corte de Espinhos e Rosas é rica em detalhes, nos fazendo imaginar um verdadeiro mundo cheio de magia, com seres belíssimos e também com seres assustadores. (A descrição de várias coisas nas cortes feéricas me lembrou muito da terra dos Blood Elfs de WoW, sem contar a presença de nagas).

A história se desenrola de maneira fluídica ao mesmo tempo que prende nossa atenção com acontecimentos surpreendentes. Diferente de Trono de Vidro, Corte de Espinhos e Rosas é narrado sempre em primeira pessoa a partir do ponto de vista de Feyre, o que nos permite ter uma imersão total na personagem. E, como não poderia deixar de ser, a protagonista criada por Maas está longe de ser perfeita.

O livro nos leva a crer que há um final feliz. E de certa forma há. Mas não sem nos deixar curiosos para saber o que virá a seguir, nos próximos volumes. Foi por isso que comprei rapidamente o segundo volume.

Feyre pelas mãos da artista Charlie Bowater. A própria Sarah J. Mass já postou essa imagem em seu perfil do instagram e usou uma outra arte da moça para ilustrar uma das capas.
Atenção!!  Alguns spoilers a partir daqui!

Decidi fazer uma análise mais profunda da obra, mas para isso vou precisar falar de várias coisas que acontecem ao longo da história. São spoilers descarados mesmo, mas a intensão é mostrar alguns pontos interessantes sobre os quais vale a pena refletir. Se você já leu o livro, te convido a vir comigo. Caso não tenha lido ainda, volta nesse post depois para trocarmos uma ideia. 😉

A Fera e a Síndrome de Estocolmo

As sinopses todas comparam Corte de Espinhos e Rosas (carinhosamente chamado pelos fãs de ACOTAR – abreviação do inglês A Court of Thorns and Roses ) com o clássico da Disney Bela e a Fera. Sim, a obra tem vários pontos parecidos e com certeza serviu de inspiração como a própria autora afirma.

Capturada por um ser bestial, Feyre obviamente pensa o pior. Que seria uma prisioneira, que aconteceriam coisas horríveis com ela, etc. Com o tempo a besta se mostra cordial, um verdadeiro príncipe metamorfo, que se transforma em um supostamente belo feérico. Digo supostamente porque sua corte foi amaldiçoada e são obrigados a usar uma máscara que cobre a testa, os olhos e o nariz. Fora isso, Feyre consegue ver que são belos como deuses.

Conversa vai, conversa vem, Feyre que antes era faminta, pobre e amedrontada, é coberta de mordomias e atenções. Acreditando que aquela vida era tudo o que sempre queria, acaba se apaixonando por Tamlin, seu raptor. E, tal como no clássico da Disney, Feyre seria a chave para a quebra da maldição. Muito parecido com Bela e a Fera, não é mesmo?

Vi muitas pessoas chamando Tamlin de embuste e não entendi porque. ACOTAR pinta ele como um príncipe. Fica difícil odiá-lo. Mas lendo o segundo e o terceiro livro eu entendi melhor. Mas isso é assunto para outra hora.

A verdadeira ameaça está Sob a Montanha

Na comparação com estórias já contadas eu ouso ir um pouco mais longe. Observando vários aspectos dos acontecimentos que se desenrolaram depois que Feyre foi levada para a Corte Primaveril, é possível traçar um paralelo com o mito de Eros e Psiquê quando Feyre vai até a corte de Amarantha, Sob a Montanha salvar seu amor Tamlin.

No mito de Psiquê, a jovem mortal, depois de olhar o rosto do seu amado sem sua permissão – incitada por suas invejosas irmãs – descobre que ele é ninguém menos que o lindo deus Eros, filho de Afrodite, a deusa do amor. Ferido, Eros é levado por sua mãe que o esconde de Psiquê. Arrependida, a jovem mortal oferece seus serviços a Afrodite, que a obriga a cumprir umas tarefas quase impossíveis a fim de se provar merecedora do amor de Eros.

O mesmo é exigido de Feyre. Quando a jovem mortal vai até a corte da cruel Amarantha, ela é aprisionada e obrigada a fazer um acordo para libertar Tamlin. Ela teria que passar por algumas provas antes de reavê-lo. Salvo algumas modificações aqui e ali, é como no mito supracitado. No fim das contas, Psiquê vence as provas e é tornada imortal, reunindo-se com Eros. Mais ou menos o mesmo que acontece com Feyre. Com a diferença que Amarantha tem requintes de crueldade ao determinar as provas e Feyre não sai nada ilesa.

Recomendo a leitura de Corte de Espinhos e Rosas?

Não me leve a mal. Eu amo o Mito de Eros e Psiquê. E adorei tanto Corte de Espinhos e Rosas que imediatamente comprei a continuação pelo kindle. Mas o que eu posso dizer é: fica mil vezes melhor depois. A trama vai ficando cada vez mais rica (assim como em Trono de Vidro) e Feyre vai se desenvolvendo. A sequencia se mostra mais voltada para um público adulto também.

Eu recomendo ler sim Corte de Espinhos e Rosas, com a promessa de que os livros seguintes são ainda mais empolgantes e cheios, recheados, de plot twists.

Corte de Espinhos e Rosas é da Editora Galera Record, com tradução de Mariana Kohnert.

Disney Magic Kingdoms: o jogo mais fofo que você vai ver este ano!

Aproveitando a onda Disney dos últimos posts resolvi trazer pra vocês um joguinho super fofo que estou viciada já faz uns meses. O Reino Mágico da Disney (Disney Magic Kingdoms) da Gameloft é um jogo que permite que você tenha e organize seu próprio parque no seu tablet ou celular.

Jogo Disney Magic Kingdoms

Comecei a jogar em um dia que me bateu uma mega saudade da Disney. Assim, como que tentando me consolar, eu procurei na apple store alguma coisa relacionada ao parque. Achei o Disney Magic Kingdoms e instalei com um certo receio por dois motivos: em 1º lugar não sabia se era bom, e, em 2º lugar poderia ser infantil demais.

Superada a fase do meu próprio preconceito, me entreguei ao jogo que simplesmente é a coisa mais fofa e agradável de se jogar! Para minha surpresa, o perfil do jogo no Instagram  só tem uma galera da minha idade jogando.

Disney Magic Kingdoms
O tradicional desfile de carros (parada). Dá pra escolher os carros que você quer que desfilem, cada um com um tema diferente.

O jogo começa com apenas uma pequena parte do parque disponível. Malévola teria lançado uma maldição no parque fazendo tudo ficar vazio e os personagens foram embora. Sua missão é trazer de volta a alegria ao seu parque e ir derrotando a maldição da Malévola.

Disney Magic Kingdom
Convocando e subindo níveis dos personagens.

Para conseguir convocar os personagens é necessário ir cumprindo diversas missões. Como tem alguns meses que jogo já estou bem adiantada nesse quesito, mas ainda há muitas áreas do parque para desbloquear e por isso o meu parque está um pouquinho… er… entulhado. Mas vou reorganizar tudo eventualmente.

Disney Magic Kingdoms
Rapunzel cumprindo missões

 

No momento o joguinho está todo trabalhado no tema da Bela e a Fera, por motivos óbvios. Já houveram ações para convocar os personagens de Frozen e Mulan. Desconfio que a próxima ação no jogo deve ter a ver com os Piratas do Caribe, já que em breve vem filme novo da franquia por aí.

Disney Magic Kingdom

Mas para ser sincera, não vejo a hora de colocarem os personagens da Pequena Sereia no jogo. Ariel é a minha princesa favorita, como já falei aqui, e a Bela é a segunda. Por enquanto estou curtindo fazer as missões da ação da Bela. Atualmente, preciso derrotar o Gaston que está tentando atrapalhar o baile da Fera.

Disney Magic Kingdom

Disney Magic Kingdom
Missão de A Bela e a Fera. Os personagens tentando impedir o Gastão de atrapalhar o baile.

 

O Disney Magic Kingdoms é gratuito, mas tem algumas vendas dentro do jogo. No entanto, se você tiver paciência, consegue  desbloquear personagens e áreas do parque gratuitamente. Confesso que segurar a ansiedade é muito difícil pra mim, mas vale a pena. Me divirto e vou aos poucos desbloqueando os personagens mais queridos.

Uma dica importante é que sempre tem uma criancinha visitando do parque querendo alguma coisa específica. Ela pode querer ir em alguma atração ou ir ver algum personagem. Esses desejos aparecem como balõeszinhos de pensamento nas crianças. Basta clicar no balãozinho e atender o pedido delas. Isso faz com que o nível de felicidade do parque aumente e, consequentemente as visitas.

Disney Magic Kingdom

Disney Magic Kingdom
Cinderela e alguma de suas atividades no parque.

 

Esses prints são todos do meu gameplay, mas no site do jogo tem mais imagens lindas de vários personagens. Abaixo um vídeo de apresentação:

Fala sério gente, não tem como não morrer de fofura. Sim, sou Disney Addicted, desculpem-me! Mas juro pra vocês que este blog não será  só de Disney! O próximo post será de um assunto diferente, prometo!

A Bela e a Fera 2017 – retornando à infância com o live action da Disney

Quem me conhece sabe que eu sou apaixonada pela Disney. Então dificilmente esta será uma crítica imparcial. Já começo dizendo que o live action A Bela e a Fera é lindo sim. Com o filme eu me encantei, ri, chorei de emoção, e me diverti muito. Não me atrevo a dizer que seja um filme perfeito, mas vamos lá, abra seu coração, é Disney, então é no mínimo mágico.

A Bela e a Fera poster 2017

Li algumas críticas negativas antes de ir para o cinema e confesso que fui assistir o filme com um pouco de medo. Até pensei em procurar os defeitos todos que estavam falando e procurar escrever uma crítica mais imparcial possível, mas, me desculpem, não vai dar. Nos primeiros acordes de When You Wish Upon a Star que introduz todos os filmes da Disney eu já tava emocionada virando criança outra vez. E não consegui deixar de me alegrar com as canções do filme, cantarolar junto, me deslumbrar com várias cenas e ser conquistada pelos personagens.

Emma Watson tem a leveza, a liberdade de espírito e a coragem que uma Bela dos dias atuais precisa, sem deixar o romantismo de lado. Porque sim, dá pra ser independente e determinada sem deixar de lado a possibilidade de abrir o coração e amar. Ela não tem medo de falar umas verdades na cara da Fera, que fica completamente desconsertada com as respostas da garota.

A Bela e a Fera 2017
Bela e seu pai Maurice

 

A Fera / Príncipe amaldiçoado vivido por Dan Stevens é agressivo no começo, mas que conhece a história, sabe que não é tão assustador assim. No fundo não passa de um rapaz raivoso que nunca aprendeu a amar. Aos poucos, Bela com seu jeito desafiador que o enlouquece, vai quebrando as barreiras e a Fera amolece o coração. Acaba, por muitas vezes, fazendo bobas de quem não está sabendo lidar com aquilo tudo.

A Bela e a Fera 2017
Fera / Príncipe

É divertido, e nesse aspecto está bem parecido com a animação de 1991 que mora no coração dos fãs. Fala sério, a Fera não é pra ser assustadora vai, afinal por debaixo daquele monte de pelos existe um príncipe. Teve quem falasse mal do CGI da Fera, mas eu até que achei bastante razoável.

O ator Kevin Kline é um super avoado Maurice, que merece um destaque por sua interpretação divertida de pai inventor da Bela. Apesar desse jeito descuidado, dedicou a vida inteira para proteger a filha. Não tem como não sentir carinho pelo pai meio matusquela, mas completamente lúcido, que todos duvidam de sua sanidade mental. É aquela velha história que permeia todo o filme, o terrível engano que é julgar os outros pela aparência.

A polêmica do LeFou

A tal polêmica do LeFou ser um personagem gay não passa de uma enorme tempestade em um copinho minúsculo, daqueles de licor, sabe? LeFou é super divertido e alegre, canta e dança com trejeitos sim, e seu amor por Gastão é mostrado de maneira muito sutil. Não há beijo entre eles e nem nada que os homofóbicos de plantão considerem “escandaloso”.

Eu vi gente xingando o filme sem nem ter visto dizendo que tinha beijo gay (???). Gostaria de entender o que leva uma pessoa a odiar tanto o que não conhece e nem viu ainda pra inventar essas coisas. E se tivesse beijo gay, qual seria o problema? Estamos em 2017 amores, e os gays estão no mundo desde sempre. Só estudar um pouquinho de história para saber. Feio é o seu preconceito, seja ele qual for. #FicaaDica

A Bela e a Fera 2017
LeFou e Gaston

Josh Gad está simplesmente um deleite interpretando o LeFou e tenho dito! E o Gastão de Luke Evans está impagável! As cenas dos dois juntos garantem boas risadas. Fora que estão muito parecidos com os do desenho de 1991.

Aliás, o filme como um todo está muito parecido. É praticamente o mesmo filme, só que com atores e cenas a mais que só acrescentam na história e explicam melhor muitas coisas.

Os apaixonantes utensílios (e móveis)

Impossível não se divertir com Lumière (Ewan McGregor) super malandro implicando com Horologe (Ian McKellen) e discordando, mas mesmo assim trabalhando juntos. Ewan McGregor  arrasa no gogó em todas as canções, mas o destaque está mesmo para “Be Our Guest“. A cena é linda, a música empolgante, e ver todos aqueles pratos, talheres, e diversos utensílios cantando e dançando é simplesmente mágico.

A Bela e a Fera 2017
Lumière e Horologe

Gugu Mbatha-Raw é a delicadíssima Plumette, amor da vida de Lumière que sonha voltar a sua forma humana para tê-la em seus braços novamente.

A Bela e a Fera 2017
Plumette e Madame Samovar

Emma Thompson faz a fofíssima Madame Samovar (Madame Potts), e funciona como uma grande mãe que reconforta a todos no castelo com suas palavras de encorajamento e chás quentinhos.  O ator mirim Nathan Mack faz o papel de Zip (Chip) que consegue ser uma criança com jeitinho super fofo mesmo sendo uma xícara de porcelana. Confesso que não fiquei muito fã do visual deles quanto bule e xícara desde o momento que vi os trailers, pois no desenho ambos tem um design mais infantil mesmo, com olhos grandes e etc, mas entendi o propósito no filme.

A ideia é que todos os objetos se pareçam mais com objetos de verdade do que com humanos. Uma pena no sentido de que não reconhecemos os atores pelas feições do CGI, até que sejam transformados novamente em humanos. (Sem reclamar de spoiler não porque todo mundo sabe como a história termina, não é?)

Madame Garderobe vivida por Audra McDonald é doidinha e divertida e um guarda-roupa bastante útil também. E que vozeirão lírico esta mulher tem! Stanley Tucci é o Maestro Cadenza, marido de Madame Garderobe, que foi tranformado em cravo (instrumento musical) durante a maldição.

A Bela e a Fera 2017
Madame Garderobe e Maestro Cadenza

Tem muitos outros personagens e todos, sem exceção, cada um com suas peculiaridades, são ricos e deliciosos de se ver.

A cena do vestido amarelo

A canção tema de A Bela e a Fera foi o momento mais esperado por mim. Passei a semana com a música Tale as old as time na cabeça, super animada pra ver o filme. A cena é linda. Algumas pessoas não gostaram do vestido da Bela, pois ele parece ser mais simples do que a versão do desenho, e, sim, ele pode parecer bem menos bufante.

A Bela e a Fera - cena Tale as Old as Time

Mas aquilo tem uma razão de ser.  Fica bem claro pra mim que o que eles queriam era um vestido fluido. Isto é, quando a Bela se movimentasse durante a dança, o vestido desse a sensação de leveza, quase como se ela estivesse flutuando naquele momento mágico onde ela começa a assumir para si seus sentimentos pela Fera. A Fera por sua vez já está completamente apaixonado.  Minha mãe fazia figurinos de ballet e me ensinou que o figurino sempre faz parte da dança. O vestido da Bela é uma extensão de seus movimentos, e seus movimentos são uma expressão do que ela sente naquele momento.

Magico para ela, e mágico para nós que estamos assistindo e ouvindo Madame Samovar cantando. Chorei igual criança de emoção ao assistir essa cena em especial. Aliás tenho vontade de chorar toda vez que ouço a música. Bom, não era à toa que papai me chamava de manteiga derretida.

Musical

As coisas andam cada vez mais difíceis no mundo e estamos nos tornando cada vez mais amargurados. Não vão para o cinema ver um filme intelectual e de questionamentos existenciais. É um filme alegre e leve como os filmes da Disney devem ser, afinal Disney é sinônimo de alegria. (Sabe branding? Pois é!)

Mas isso não quer dizer que não tenha o seu valor. Não é, nem de longe sinônimo de alienação. Este filme em particular ensina a importância de não se julgar as pessoas pela aparência, pelas posses ou qualquer outra coisa superficial assim. Ele ensina a ver a essência das coisas, a beleza real do mundo que vai além e mais profundamente do que os olhos podem ver.

Ah sim, gente, o filme é um musical. Canções e mais canções que nos levam de volta à infância e deixa o coração mais leve e feliz por algumas horas. Talvez seja exatamente isso que muitos estejam precisando nesse momento da vida.

Tá friozinho hoje, vai pro cinema, assistam o filme, deixem os problemas do lado de fora da sala e sonhem um pouquinho com a magia da Disney! Tenho certeza de que se forem livres do peso dos preconceitos vão adorar.

Se quiser algo menos alegre, que tal assistir Logan? É um excelente filme também! Fiz uma crítica ao filme, sem spoilers , aqui nesse link.