Em clima de 7 de Setembro, dica de passeio – Espaço Cultural da Marinha do Brasil

Eu sei que a situação no nosso país não é muito boa e que está complicado manter o espírito de patriotismo. Eu posso falar por mim mesma quando digo isso. Quando pequena fui educada a ter amor pelo nosso país. Íamos a desfiles cívicos, pendurávamos bandeira na janela… É uma tristeza a situação que vivemos nos dias de hoje, mas deixa eu falar pra vocês sobre o Espaço Cultural da Marinha aqui no Rio de Janeiro. Eles tem passeios bem bacanas.

Espaço Cultural da Marinha
Trecho do Boulevard Olímpico. À direita o Espaço Cultural da Marinha.

 

Outro dia eu estava no centro da cidade resolvendo umas coisinhas. Estava um dia lindo e resolvi andar por ali pelo Boulevard Olímpico. Aquilo ficou bem bonito depois da reforma né? A revitalização daquela área valeu a pena. Pois bem, o Espaço Cultural da Marinha fica ali no Boulevard, entre a Candelária e a Praça XV. Fácil de chegar e achar.

Lá, a Marinha oferece visitações ao Navio-Museu Bauru, ao submarino Riachuelo, ao helicóptero “Sea King”, ao Carro Blindado Cascavel, à Nau dos descobrimentos. Além disso tem o famoso passeio à Ilha Fiscal. Os passeios guiados acontecem apenas de 5ª a domingo, e os ingressos são vendidos apenas no próprio dia da visita, entre 11h e 15h10.

Realizado pela Baía de Guanabara a bordo do Rebocador Laurindo Pitta ou da Escuna Nogueira da Gama, esse passeio é um dos mais belos do Rio de Janeiro, permitindo ao visitante avistar, de uma forma encantadora, os principais pontos turísticos e históricos da cidade da Cidade Maravilhosa. No decorrer do passeio, uma guia turística apresentará as curiosidades e histórias, interagindo a todo momento com os visitantes.

Espaço Cultural da Marinha
A Nau dos Descobrimentos – Adaptada cenograficamente, por meio de um projeto da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, a embarcação abriga uma exposição sobre a vida a bordo no final do século XV e início do XVI.

O ideal é ir em dias de tempo bom, pois Passeio Marítimo poderá ser cancelado em caso de mau tempo e nevoeiro.  O visitante que adquirir o ingresso para o Passeio Marítimo também tem direito a visitar as atrações do Espaço Cultural da Marinha. Bacana né?

O bom é ligar pra lá antes pra ver se os passeios estão acontecendo normalmente. Dá até para agendar o passeio por telefone se o grupo tiver mais de dez pessoas. Tá tudo explicadinho no site deles, inclusive o roteiro do passeio.

Por que eu indico esses passeios? Porque além de ser lindo e ser uma experiência super bacana, acho que estamos precisando de nos lembrar de algumas coisa da nossa história. É bom conhecer nossa própria história, sabe? Para entendermos de onde viemos, o que não queremos de jeito nenhum repetir e para onde queremos ir.  Além disso, o Boulevard Olímpico tem um monte de outras atrações. Tudo super pertinho, dá para fazer vários passeios bem bacanas. Mas é impossível fazer tudo em um dia só.  Esse da Ilha Fiscal é imperdível, assim como tantos outros.

Espaço Cultural da Marinha

Espaço Cultural da Marinha

Como estava com pressa, parei em frente para pegar as informações e passar pra vocês. Mas quero muito voltar lá qualquer dia desses para fazer esses passeios novamente. Quando criança, por meu pai ser militar,  eu vivia visitando coisas assim. Era legal demais. Tenho saudades.

Quando eu fizer esse passeio novamente, conto tudo aqui pra vocês. Quem aí já foi? Me contem como foi a experiência!

Aproveitem bem o feriado! 😉

 

Viagem: Conhecendo o Castelo de Chenonceau no Vale do Loire – Parte 2

Olá gente, tudo bom? Como eu havia prometido, aqui vai a segunda parte do post sobre o Castelo de Chenonceau. Se vocês ainda não viram contei no post da semana passada um pouco da história do castelo, das fofocas da realeza, e mostrei o seu interior. Mas falou mostrar a cozinha – que é uma graça! – e os jardins de sonhos desse château encantador.

A cozinha do Castelo de Chenonceau

Os quartos do castelo são cheios de histórias e ricos em detalhes, mas até mesmo a cozinha tem um charme especial. Dá pra se ter uma bela ideia de como as coisas funcionavam naquela época, apesar de que, nunca saberemos das minúcias dos eventos que ali ocorreram.

As salas que compõem a cozinha se localizam no subsolo. As janelas tem uma vista bem próxima do rio Cher. As salas aparentam ser arejadas, apesar do pé direito baixo, no entanto, algo me diz que uma cozinha em funcionamento em um subsolo pode ser um pouco sufocante. Porém não deixa de ter seu charme para os visitantes. Eu adoro cozinhar e não posso dizer que não fiquei encantada em ver como as coisas eram naquela época.

Se prepara que tem chuva de fotos!

Castelo Chenonceau
A cozinha é dividida em várias salas. Esta seria uma sala principal com uma lareira e um forno para assar os pães.
Castelo de Chenonceau
Destaque do forno de assar pães.
Castelo de Chenonceau
Detalhe do relógio antigo no armário de louças e mantimentos.

 

Castelo de Chenonceau
Em uma das lareais da sala principal existe uma salinha para as especiarias.
Castelo de Chenonceau
Do outro lado da sala principal, uma sala que era dedicada às refeições dos empregados do castelo.
Há também uma salinha que era dedicada aos cortes de carnes.
Castelo de Chenonceau
Separadamente estava a cozinha em si. Nela encontra-se uma grande lareira e um robusto fogão de metal.
Castelo de Chenonceau
No balcão da cozinha onde se encontra o forno, há também muitos utensílios.
Castelo de Chenonceau
Panelas decorando as paredes.

 

Tudo muito fascinante, não é?

Um pouco dos Jardins do Castelo de Chenonceau

Após visitar o interior do château, passamos para os jardins. Nesta parte não aconteceu visita guiada, apenas ficamos livres para explorar e fotografar.

Castelo de Chenonceau
Vista aérea do Castelo de Chenonceau. Fotografia de Marc Jauneaud. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂

Pesquisando, descobri algumas coisas bem interessantes acerca da história dos jardins do Castelo de Chenonceau. Os dois jardins principais, adivinhem só, levam os nomes de Catherine de Medici e Diane de Poitiers.

À direita do castelo fica o jardim de Diane de Poitiers, é controlado pela Chancelaria, casa de Steward, uma espécie de cuidador da  propriedade. Há também acesso ao um pequeno cais, que permite o passeio de barco pelo Cher. No centro do jardim existe uma fonte original dos tempos de Diane, que foi quem mandou construir este grandioso jardim.

Castelo de Chenonceau
Vista da Chancellerie e entrada para o Jardim Diane de Poitiers a partir da sacada do castelo. É possível ver também o acesso ao pequeno cais.

Catherine que não é boba nem nada, quando reclamou o castelo, manteve o jardim de Diane pois o achou muito bonito, e do lado esquerdo do château mandou construir um outro jardim, menor, mais intimista, mas nem por isso menos bonito. Nele há também uma fonte central.

Castelo de Chenonceau
Vista lateral do castelo a partir do jardim Catherine de Medici. Fotografia de Marc Jauneaud. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂
Castelo de Chenonceau
Vista do jardim Catherina de Medici a partir do castelo.
Castelo de Chenonceau
Jardim Catherine de Medici.
Castelo Chenonceau
Jardim Catherine de Medici
Castelo de Chenonceau
Ih, os olhos saíram fechados! Peraí que vou fazer uma selfie. =P

 

Mais adiante do jardim de Catherine de Medici há um pequeno pátio “La Cour de la Ferme“, o chamado  pátio da fazenda, onde há um conjunto soberbo de edifícios do século XVI. Ali funcionam restaurantes nos dias atuais. De um lado há um restaurante à la carte e de outro um gracioso self-service.

Castelo de Chenonceau
La Cour de la Ferme. Pequeno e gracioso pátio próximo ao jardim de Catherine de Medici.
Castelo de Chenonceau
Vista do restaurante a partir do pátio central.

Nosso passeio incluía o almoço no self-service, que tinha uma comida bastante saborosa. Imagina almoçar com estas vistas!

Castelo de Chenonceau
Vista do pátio central a partir do restaurante.
Castelo de Chenonceau
Vista do castelo a partir do restaurante.

 

Após o almoço partirmos para visitar um outro castelo, o castelo Cheverny, do qual posso falar futuramente. Infelizmente não tive tempo o suficiente para explorar o jardim Diane de Poitiers e nem o pequeno labirinto circular.

Castelo de Chenonceau
Caminho para o pequeno labirinto.
Castelo de Chenonceau
Entrada do labirinto.

 

Espero voltar em breve ao Château de Chenonceau para explorar a propriedade com mais calma. É belíssimo e nos transporta à uma outra era.

Como fiz para ir até o Vale do Loire a partir de Paris?

Quando cheguei a Paris não sabia exatamente como faria para visitar o palácio de Versalhes e os castelos do Vale do Loire. Na recepção do hotel que fiquei em Paris que fui informada de uma agência de turismo  chamada Paris CityVision que fazia esses passeios. Foi bem tranquilo de achar a central deles, pois fica bem pertinho do Louvre,  na  rue des Pyramides, número 2. Essa agência se e conta com guias turísticos que falam Português, dentre outras línguas.

O ônibus sai bem cedinho e nos leva confortavelmente aos destinos. Esse passeio que fiz, visitei o Chenonceau, o Cheverny e o Chambord  em um mesmo dia. Achei um pouco corrido, mas foi bom. O passeio ao palácio de Versalhes foi em um outro dia e durou o dia todo, devido a sua grandiosidade. Contratamos os passeios que já incluíam almoço, então não precisamos nos preocupar com nada. Gostei muito do serviço deles e acho que vale super a pena. Existem outras opções de passeio, mas como só conheço esse, e gostei muito, por isso fica aí a dica!

Espero que tenham gostado!

Em breve falarei sobre os dois outros castelos e sobre Versalhes também.

Até a próxima! 😉

Viagem: Conhecendo o Castelo de Chenonceau no Vale do Loire

Oi, tudo bem com vocês? Como prometido, desta vez não vou falar sobre Disney! Mas vim contar um pouco da minha viagem à França e, principalmente, sobre o Castelo de Chenonceau, o  château (castelo) que foi bastante disputado por rainhas e amantes de reis!

Castelo Chenonceau
Visão geral do Castelo de Chenonceau. Fotografia de Marc Jauneaud. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂
Série Reign e o Castelo de Chenonceau

Em 2014 eu tive a oportunidade de fazer uma viagem linda com minha mãe pela França. Visitamos a maravilhosa Paris (como já falei brevemente neste post sobre as farmácias incríveis de lá), Rouen a cidade de Joana D’Arc e alguns dos deslumbrantes castelos do Vale do Loire. Foram passeios inesquecíveis e aos poucos vou contando para vocês. Dá saudade dessa viagem, e ainda mais saudade da minha parceira de viagens.  Mas vamos falar de coisas boas!

Vim mostrar um pouco do castelo de Chenonceau, um castelo polêmico, que foi cenário de muitas festas grandiosas, amores, traições e fofocas. Um castelo bastante citado na série Reign, porém nunca mostrado.

Falando rapidamente da série, posso dizer que é até bem bacaninha. O que eu não gostei absolutamente foi o fato de os roteiristas pegaram a história real da rainha Maria Stuart (Mary Stuart), amassaram, jogaram fora, pegaram os pontos principais e usaram de muita licença poética para criar uma trama que prendesse principalmente os jovens. O que é válido também, desde que os jovens não achem que a história real fosse essa coisa meio novelinha que fizeram.

Mas onde o castelo de Chenonceau entra nessa história? Resumidamente falando, a rainha da Escócia Mary Stuart cresceu na corte  do rei Henrique II de França e sua esposa rainha Catarina de Médici. Acontece que Henrique segundo tinha sua amante oficial (como a maioria dos reis) e era completamente apaixonado por ela. Seu nome era Diane de Poitiers, para quem o rei deu de presente o castelo de Chenonceau. Após a morte de Henrique, Catarina expulsou Diana e quis o castelo para si.

Um pouco da história do Castelo de Chenonceau – só um pouco, pois a história é complicadinha.

O Château de Chenonceau é conhecido como o Castelo das Sete Damas.   A  primeira versão do castelo foi construída na Idade Média, século XIII. Porém a formação atual começou a surgir no século XVI, com Thomas Bohier, Camareiro do Rei Carlos VIII, que o adquiriu em 1513. Thomas Bohier iniciou a construção do castelo, que teve a supervisão direta da sua esposa Catherine Briçonnet, a primeira dama do castelo. Mais tarde, o filho de Bohier foi desapropriado, sendo o château entregue ao Rei Francisco I por dívidas  à Coroa, passando assim a pertencer à nobreza.

Rainha Mary Stuart e Rainha Catherine de Medici
– Olha lá, Maria, Diana se achando! Ela vai ver só, essa safada!
– Se acalma Catarina, mal sabe ela que logo logo você expulsa ela do Château de Chenonceau!

 

Quando o rei Francisco I morreu, Henrique II deu o castelo de presente à amante Diane. Depois que Henrique II morreu, como já citei anteriormente, sua esposa a rainha Catarina de Médici expulsou Diane e tomou o castelo. Fez melhorias e promoveu festas suntuosas. Depois de Catarina, foi a vez de Louise de Lorraine, nora de Catarina,  a habitar o castelo quando enviuvou de Henrique III. A rainha Louise, em depressão, vagava a esmo pelo castelo vestindo suas vestes de dormir, parecendo um fantasminha.  Nesse período as festas não aconteciam mais.

Após a morte de Louise, o castelo passa como herança para Françoise de Mercoeur, sobrinha de Louise e mulher de César de Vendôme, filho legítimo do rei Henrique IV e de sua favorita Gabrielle d’Estrées.

Depois Louise, o castelo deixou de pertencer à realeza e três outras mulheres habitaram o château (castelo): Madame Louise Dupin, esposa de um proprietário rural, oferecia grandes festas para os grandes pensadores da época, como Voltaire e  Montesquieu. Ela também salvou o palácio da destruição durante a Revolução Francesa, preservando-o da destruição pela Guarda Revolucionária.

Marguerite Pelouze,  foi a próxima senhora de Chenonceau. Em seguida, Simone Menier, enfermeira que administrou um hospital montando no castelo durante a Primeira Guerra Mundial.

Mas vamos ao que interessa: o Castelo de Chenonceau

Tantas disputas pelo château poderiam até ser justificáveis, afinal o castelo é uma graça. Ele não é um dos castelos mais grandiosos – em comparação com o castelo de Chambord ele, pode ser considerado pequeno – mas com certeza um dos mais graciosos.

Castelo de Chenonceau
O caminho que leva ao castelo já é mágico por si só.

 

Castelo de Chenonceau
Ingresso em mãos
Castelo de Chenonceau
Grupo de passeio chegando no Castelo de Chenonceau
Castelo de Chenonceau
Fachada do castelo de Chenonceau e a única torre que sobrou do primeiro castelo construído na idade média.
Castelo de Chenonceau
Um dos primeiros cômodos do castelo é uma capelinha bem pequena, mas de extrema beleza. | Nosso guia explicando sobre a capela.
Visão geral da capela. Fotografia de Dominique Couineau. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂

 

Castelo de Chenonceau
Quarto de Diane de Poitiers. Interessante notar duas coisas: Acima da lareira a pintura retrata Catarina de Médici. Aparentemente, ao tomar o castelo para si, Catarina fez questão de marcar terreno.
Além disso, as letras entalhadas na lareira são “H” de Henrique e dois “Cs” cruzados que podem dar a impressão de um “D”. “C” de Catarina e “D” de Diane.
Visão geral do quarto de Diane de Poitiers. Fotografia de Dominique Couineau. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂

 

Castelo de Chenonceau
Galeria do Castelo de Chenonceau. Diane construiu uma ponte sobre o rio Cher, de 60 metros de comprimento por 6 de largura. Catarina quando tomou o castelo aproveitou a ponte para construir esta galeria de dois andares. Nesta parte da galeria iluminada por 18 janelas sobre o rio, Catarina promovia seus suntuosos bailes. No segundo andar da galeria existe um salão com várias obras de arte.

 

Castelo de ChenonceauCama de Catarina de Médici.

Castelo de Chenonceau
Visão geral do quarto de Catarina de Medici. Fotografia de Dominique Couineau. Cedida pela acessoria de imprensa Apyrene (http://www.apyrene.com/) Site do castelo: http://www.chenonceau.com/ | Merci beaucoup pour votre aide et collaboration 🙂

Castelo de ChenonceauQuarto das cinco rainhas. Nele se hospedaram Maria Stuart, Margarida de Valois, Isabel de Valois, Isabel da Áustria e Louise de Lorraine.

Castelo de ChenonceauEu, fazendo a fotógrafa séria, no espelho da Chambre de César de Vendôme

Castelo de Chenonceau
Quarto onde habitou Louise de Lorraine. O quarto tem os tetos e paredes negras, motivos fúnebres devido ao luto da rainha.

 

Minha visita ao castelo foi bem rápida, pois estávamos em excursão e no mesmo dia visitamos mais dois castelos. Mais pra frente contarei sobre o castelo de Chambord que também tive a oportunidade de visitar.

Existem muitas outras coisas para se mostrar deste castelo ainda, por isso decidi dividir esse post em duas partes. No próximo post mostrarei a área externa do castelo(os jardins), a cozinha, o restaurante destinado aos visitantes e contarei como fiz pra ir visitar esse e outros castelos.

Espero que tenham gostado, e até lá! 🙂