Halloween – Dia das Bruxas – significado e ideias de decoração!

Hoje é dia das bruxas!! Êeeeee! Eu simplesmente adoro o Halloween. É a época do ano que eu mais gosto pra ser sincera. Gosto até mais do que o natal, ou o meu próprio aniversário.  Eu acho divertidíssimo essa coisa toda de se fantasiar de algo diferente, as decorações, as festas temáticas, o clima de medinho… Amo! Uma pena que aqui no Brasil não exista uma tradição real pra esta festa. Inclusive, fui procurar itens de decoração de Halloween nas lojas e não achei quase nada.  Já as de Natal tão saindo pelo ladrão!

Halloween

Mas o que é esse tal de Halloween?

Mas pera aí… que troço é esse de Halloween? Dia das bruxas? Que palhaçada é essa? Apenas uma data comemorativa americana? Do que se trata realmente?  Explico.

Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se do antigo festival celta da colheita, o Samhain . Este era o festival em que se comemorava a passagem de ano dos celtas. O Samhain inicia o inverno celta enquanto o verão é celebrado no festival de Beltane.  O Samhaim era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a suas casas para visitar os familiares, para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira. Quando os véus entre o mundo dos vivos e dos mortos se afinam, permitindo a passagem deles pro lado de cá.

Na tradição católica, a data também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual Halloween“. Antecedendo o Dia de Todos os Santos, feriado religioso comemorado no dia 01 de Novembro.

No México, eles comemoram os días de los muertos nos dias 1 e 2 de novembro. É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Segundo a crença popular, os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.

Halloween

Só no Brasil que não temos essa forte tradição. Se você observar bem, são inúmeros os países que comemoram o Halloween. Cada país com seus costumes específicos, mas com uma grande festa alegre e animada. Pesquisando por alto vi que o Japão gosta de comemorar fantasiando duas crianças, Estados Unidos e Canadá também enfeitam suas casas, fora vários países da Europa que também participam dessa comemoração. Queria muito que fosse assim aqui também.

Ideias de decoração para festa que sonho em fazer um dia

Um dia ainda hei de fazer uma festa de Halloween bem animada tipo o que vemos nos filmes e séries. Meu sonho de princesa, sério. Por isso, dei uma pesquisadinha no querido pinterest e reuni algumas ideias, levando em consideração os símbolos principais da festa.

Halloween

Os principais símbolos do Halloween são: a abóbora decorada, oca com olhos nariz e boca esculpidos.  Coloca-se velas acesas por dentro como símbolo da fertilidade e da sabedoria e dando aquele ar ligeiramente assustador não é mesmo?

Halloween

As bruxas, por motivos óbvios. O gato preto representando também as bruxas, pois, segundo a tradição, elas possuem a capacidade de se transformarem neste animal (ou algumas os tem como melhores amigos né). A vassoura que representa a limpeza de tudo aquilo que é negativo, além de ser um dos principais instrumentos das bruxas. Ah! E tem os caldeirões também!

Halloween

Halloween

Os doces, já que a principal brincadeira deste dia é a “doces ou travessuras” (Trick-or-Treat, em inglês). Os morceguinhos, uma alusão à capacidade de enxergar o interior da pessoa e não só o exterior ( e é claro, uma das formas dos vampiros).

Halloween

E vários outros seres como aranhas, fantasmas, zumbis, etc.

Halloween

Halloween

Halloween

E vocês? Curtem Halloween? Já foram a uma festa? Do que gostariam de se fantasiar?

Mas super dá pra passar o Dia das Bruxas em casa também, maratonando séries e filmes de terror, comendo doces e se fantasiando um pouco, né? Como vocês passarão o Halloween de vocês? Deixe nos comentários!

Para se encontrar, se permitir florescer, se amar…

Tenho conversado com algumas pessoas e tenho percebido que há um problema comum rondando principalmente pessoas da minha geração. Na verdade eu não sei exatamente sobre as outras gerações, mas muitos que estão nos 30 e poucos estão passando mais ou menos pelo mesmo dilema: precisar se encontrar.

Se encontrar

Eu sei. Está todo mundo vivendo uma crise. Por ter sido criança nos anos 80 eu lembro como era difícil pros meus pais sustentarem a gente com uma inflação galopante. Toda sexta-feira tínhamos que enfrentar horas de fila nos postos de gasolina para abastecer o carro antes que o preço do combustível fosse reajustado ( no caso nosso carrinho usado era à álcool).  As compras no mercado deveriam ser de mês e pesquisando muito os preços pra meio que estocar em casa os mantimentos, antes que tudo aumentasse de novo. Era desesperador pra eles. Os preços de tudo subiam no mesmo dia.  E eu era aquela criança chata que queria comer carne. Depois de adulta minha mãe me contou que além de ser cara a carne estava em falta no mercado, era difícil conseguir. Então ela e meu pai deixavam de comer carne para que nós pudéssemos comer, meu irmão e eu. Eram tempos muito difíceis.

Depois disso, com o plano real, a vida das pessoas mudou. As pessoas conseguiam comprar as coisas, a inflação deu uma freiada, as pessoas conseguiam respirar aliviadas. E meio que fui adolescente e o início da minha vida adulta foi nesse clima mais tranquilo. Tivemos facilidades que nossos pais não tiveram. E tudo ia super bem. Foram anos prósperos para muita gente, de verdade. Era possível se planejar para o  futuro. As viagens ao exterior se tornaram viáveis. Muita coisa mudou pra melhor. Por incrível que pareça.

Preciso me encontrar

Porém, recentemente as coisas deram uma piorada novamente. Claro que nem se compara com o que era antes. Mas o momento é de uma série de incertezas e medos. Há uma crise política, social e econômica. O desemprego rondando como fantasma. Pessoas brigando no Facebook quando ao mesmo tempo buscam se reafirmar. Quando no fundo estão buscando aprovação. E aí, quando conversamos descobrimos que o sentimento é mais ou menos o mesmo: “preciso me encontrar”.

Ao mesmo tempo que se prega uma liberdade de ser quem se é, liberdade de escolher o que quiser, uma constante busca por aprovação está cada vez mais gritante. E as pessoas cada vez mais infelizes e perdidas.

Quem você pensa que é?

Eu não sou absolutamente ninguém pra te dizer como se encontrar. Não sou psicóloga nem nada. Mas eu acho que posso ajudar contando um pouquinho da minha experiência.

Aí que eu te proponho o seguinte exercício: E se a gente começasse por se desligar um pouco da opinião alheia, do que esperam da gente e se concentrasse em nosso bem estar? Assim, sem ter que postar tudo na internet pra dizer “olha como eu sou feliz e realizada!” quando na verdade se está infeliz consigo mesma (o)? Ah, deixa eu contar um segredo: ninguém está feliz o tempo todo tá? É ilusão de internet.

“Ah, Cynthia, mas me concentrar em mim mesma dá muito trabalho, fico me achando horrível, péssima e lembrando dos problemas. Pelo menos os elogios da internet me fazem sentir um pouco melhor“. Ok, eu compreendo. Aliás, esse é o motivo que muita gente faz selfie. Eu mesma comecei a fazer selfie por uma questão de autoestima abalada. Mas sabe onde foi mesmo que eu me senti feliz de verdade? Quando comecei a me dedicar a ajudar o próximo.

Pensando no próximo, talvez?

Já assistiram o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain? (Se não viu, deveria, é ótimo!).  É mais ou menos essa a filosofia. Fazendo pequenos gestos para melhorar o dia de alguém. Fazendo pequenas doações aqui e ali. Me importando com os problemas de pessoas próximas e me dispondo a ouvir, aconselhar, essas coisas… Quando faço isso, me tiro do centro do meu universo e coloco outra pessoa. Ajudo no que posso e a sensação de alegria que me dá é genuína.  E faço sem esperar nada em troca. Faço mesmo quando não estou muito legal.

Parece papo de crente, mas não é não. Sempre haverá uma ONG pra ajudar, uma pessoa pra estender a mão. Nesse processo a gente acaba aprendendo sobre outras realidades diferentes da nossa. Aprende a julgar menos, a amar mais. No fim das contas até percebemos que a gente nem tá tão ruim assim, vai.

É certo que você vai se encontrar assim? Não sei. Sei que para mim ajudou bastante, e ainda ajuda. Mas uma coisa eu posso garantir: uma vez que olhamos para o lado, percebemos que não somos o centro do universo. Percebemos que julgamentos alheios são inúteis para a nossa evolução. O que as pessoas pensam é problema delas e o que importa de verdade é como você se sente em relação a você mesma(o).

Se conhecer para se encontrar. Permitir-se florescer.

Permita-se se conhecer. Entrar em contato com a pessoa que você é. Aceite e agradeça quem é, melhore o que tiver de melhorar, permita-se florescer. Mas faça-o por você mesmo, e não preocupado no que os outros vão pensar.

Esqueça a opinião dos outros. Faça caridade (seja ela qual for: doação, um ombro amigo, um pequeno gesto de carinho). Concentre-se nos problemas dos outros e tente encontrar maneiras de ajudar. Perceba que todos temos problemas e que ninguém é efetivamente melhor do que ninguém. Lembre-se que, apesar das aparências de internet, não sabemos nada da vida do outro. Não sabemos o que o outro está passando de verdade. Depois disso, volte a si mesma, se abrace, se aceite, se ame e melhore o que achar que deve. Repita o processo.

Não tem fórmula mágica. O que tem é um constante aprendizado. Desafios diários e oportunidades constantes de fazer o bem. Só olhar em volta. E depois olhar de novo para dentro de si. Não é fácil não. Primeiro vamos ver um monte de coisas que a gente não gosta. E quer saber a verdade? O que a gente não gosta em nós é sempre o que vai sobressair. Temos dificuldades de enxergar nossas qualidades.

Eu mesma, como disse acima, tenho a autoestima super abalada. Estou 100% satisfeita com o meu corpo? Ainda não, mas continuo trabalhando para mudar isso. É um exercício diário me aceitar. Tem dia que simplesmente bate a bad e não rola mesmo. Mas aí tem que deixar passar. Às vezes dura mais de um dia até. Só que tem uma hora que é preciso sacudir a bad pra lá e retomar as rédeas do seu bem estar. Ninguém pode te deixar feliz com você mesma a não ser você mesma.

Independente da opinião dos outros é importante você se fortalecer e viver a sua verdade. O que te faz feliz. Pois se a gente não se fortalece, qualquer comentáriozinho maldoso ou crítico já deixa a gente super mal. É preciso se fortalecer para não cair nessas armadilhas.

Se autoavalie e lembre-se: não há respostas prontas!

O que você acha que é super legal em você? Quais são seus talentos? Por que você acha que seus amigos te amam e querem o seu bem? E por aí vai.

Agora, o que você acha que poderia melhorar em você? Com base na SUA própria opinião, o que você acha que pode ser aprimorado? Esquece a opinião dos outros e responda sinceramente o que você quer pra você. Essa pergunta só você mesma pode responder. Você é responsável por sua evolução e felicidade. Mais ninguém.

Não é fácil. Não tem respostas prontas. Não há gabarito pra vida. Por mais que alguém venda a imagem de que é super bem resolvida, pode apostar que na vida particular tem sempre algo que incomoda. A gente nunca está (e acho mesmo que nunca estaremos) 100% satisfeitas com nós mesmas. É ou não é?

Então o que eu posso dizer é: ame-se do jeitinho que você já é. Aprimore o que der para ser aprimorado e aceite o que não der. Mas lute sempre pra ser uma melhor versão de você mesma. Não é nada fácil. Ninguém disse que seria. Mas exercite esse amor próprio. Pois no final das contas, quem tem que conviveram você 24 horas por dia, é você mesma.  Partiu se amar? Ou pelo menos exercitar o amor próprio até conseguir? Já é um começo.

Falando nisso, já viram o texto sobre sair da zona de conforto? Dá só uma olhada!

Beijos e até a próxima! <3

Trono de Vidro 3 – Herdeira do Fogo de Sarah J. Maas

Acabo de terminar de ler Trono de Vidro 3 e já vou logo avisando que estou muito empolgada e que esse post pode conter spoilers sim! Então se você não gosta de spoilers, fuja para as montanhas! Ou apenas leia outros textos do blog pois tem muita coisa legal por aqui. 🙂

Trono de Vidro 3

A cada livro que leio da série de Sarah J. Maas fico impressionada com a habilidade da autora em desenvolver a história. E como aspirante a escritora, observo atentamente como a história vai se desenvolvendo e aprendo muito com isso.

Estamos no livro 3 de 6 volumes. É um livro super grosso com 516 páginas e você pensa “Como tem tanta história pra contar? Será enrolação?”. Mas a autora é habilidosa e tem sim muita história pra contar. Zero enrolação.

Em Trono de Vidro 3, já sabemos quem Celaena é de verdade. A assassina não é ninguém menos que Aelin Galanthynius, uma semifeérica e ninguém menos que a rainha de Terrasen por direito e herança. O problema é que desde que seus pais foram assassinados ela não quer ser Aelin. Não quer de jeito nenhum. Seu comportamento de criança mimada é irritante o bastante para algumas pessoas que a cercam nesse livro.

No volume anterior ela partiu de Adarlan a mando do Rei para supostamente assassinar a família real de Wendlyn. Mas na verdade, tudo não passa de um plano de Chaol para proteger a mulher que ama, enviando-a para longe do Rei por medo deste descobrir o que ela realmente é, um ser mágico. O que Chaol não sabia ao manda-la para longe, e, descobre nas ultimas páginas de Coroa da Meia-Noite,  é que ela não era apenas um ser com sangue feérico qualquer. A letal assassina de Adarlan nada mais é que “dona da porra toda”.

Trono de Vidro 3 – Herdeira do Fogo

Trono de Vidro 3 começa com Celaena já nas distantes terras de Wendlyn, sem dinheiro, suja, bebendo vinho, tomando sol, enquanto observa os movimentos do palácio e arquiteta uma maneira de chegar à sua terrível tia Maeve para descobrir como derrotar o Rei de Ardalan que anda mexendo com umas magias negras brabas e para vingar sua amiga princesa Nehemia.

Aí que novos personagens começam a ser apresentados e os planos de Celaena são atrasados mais do que ela imaginava. Rowan Whitethorn Galathynius, um príncipe guerreiro feérico de tirar o fôlego, surge para, ao que parece, dificultar bastante a vida da jovem. Caladão e de aparente mau-humor, tira Celaena do sério com suas provocações. Ele é um ser imortal que já viveu muito e já viu muita coisa, não se deixa abalar pelos pitis da garota voluntariosa que aos seus olhos não passa de uma criança irritante.

A teimosa garota não quer saber de assumir o trono. Mas Rowan é quem insiste e a força a aceitar seu lado feérico através de um treinamento duro e sem piedade. Ai esses dois… brigam muito! Mas como tudo se desenvolve é uma delicia de se ver. Em paralelo aos treinamentos de Celaena, a assassina e o príncipe feérico investigam corpos de semifeéricos que Rowan encontrou jogados perto do rio. Essa investigação deles leva a uma descoberta de que algo grandiosamente maléfico está sendo feito.

Enquanto isso em Adarlan, Chaol e Dorian se distanciam por conta do segredo de Dorian. O príncipe de Adarlan, por sua vez encontra apoio e conforto nos braços de Sorcha, uma discreta e tímida curandeira do castelo. Ela desempenha um papel importante na vida do príncipe nesse ponto, e os dois se apegam um ao outro de verdade.

Chaol por sua vez se vê em conflito pelos seus sentimentos por Celaena, enquanto faz mais descobertas a respeito do passado da assassina. Um arrogante primo de Celaena, Aedion é apresentado no livro. Ele tem tudo pra ser um anti-herói, e é. Mas com o desenrolar da história vamos vendo que ele não é  exatamente o que aparenta ser.

Ao mesmo tempo, mesmo com a amizade abalada pelos eventos do livro anterior, Chaol e Dorian descobrem como o Rei expurgou a magia em Adarlan se usando de uma poderosa magia negra. Ao entender como o rei conseguiu aquilo, eles acabam descobrindo uma maneira de trazer a magia de volta. Mas há muitos obstáculos a serem enfrentados ainda antes que consigam fazer qualquer coisa.

Manon Bico Negro e os clãs de bruxas rivais

Enquanto esses eventos se desenrolam, somos apresentados a Manon. Uma cruel bruxa de dentes de ferro. Assassina fria e implacável, de uma beleza feroz, ela e seu clã Bico Negro são convidadas pelo rei a irem até do Desfiladeiro Ferian. Lá, não apenas o seu clã, como os clãs rivais das Pernas Amarelas e das Sangue Azul, são apresentadas às abomináveis serpentes aladas. Criaturas criadas para servirem de letais montarias voadoras.

Os capítulos envolvendo Manon e as demais bruxas foram fascinantes pra mim. Claro que ao sair de capítulos empolgantes como os de Celaena e cair em um capítulo completamente diferente como os das bruxas, deixam a gente achando que não vai ser tão bom. Mas os capítulos são bons sim. Anunciam uma guerra horrenda que está por vir e nos mostra melhor Manon que vai crescendo como personagem. O desenvolvimento dela não é nada obvio. Mas nos dá uma noção de que ela ainda vai desempenhar um papel importante dessa história toda, no lado opositor à Aelin.

Trono de Vidro 3

O crescimento de Celaena

Celaena começa esse livro ainda uma garota mimada. Sua arrogância ainda muito presente a faz cometer vários erros e injustiças. Mas é definitivamente o livro onde tudo muda para ela. Os desafios que ela enfrenta acabam sendo maiores do que ela poderia imaginar e a confrontação forçada com o seu passado a faz despertar finalmente. Porque ninguém mais aguentava a adolescente mimada. Nesta confrontação com seu passado entendemos o porquê dela não querer voltar àquela vida. São muitos e profundos traumas. Dá vontade de chorar ao ler.

Em Trono de Vidro 3, Celaena entra como menina mimada e sai como mulher forte, corajosa, pronta para reclamar sua coroa. O seu foco muda e ela não pensa mais apenas em seu próprio umbigo. Ela finalmente entende que precisa amadurecer, parar de fugir e pensar em seu povo escravizado há 10 anos. Dá um orgulho da garota no final do livro. É como se finalmente ela aceitasse a jornada que vai precisar enfrentar e não tem mais medo. Dá um orgulho danado mesmo. Ela finalmente se deixa florescer e resolve tomar as rédeas de sua vida. De seu reino. E salvar o povo que espera por ela.

Mais uma vez são várias revelações importantes que dão a deixa para a continuidade da história no próximo livro. Estou empolgada pra começar a ler o livro 4? Muito!

Não conhece a série e quer saber mais? Tenho resenhas dos livros 1, 1.5 e 2 bem nesses links!

Trono de Vidro 3 – Herdeira do Fogo é  da Editora Galera Record, com tradução de Mariana Kohnert.