Guardiões da Galáxia vol. 2 – Review

Quando assisti ao primeiro Guardiões da Galáxia não fui esperando grandes coisas. Tenho isso com filmes da Marvel, sabe? Como sempre fui muito fã de quadrinhos e me decepcionei terrivelmente com a Vampira (minha personagem favorita) apresentada nos filmes dos X-Men, fico sempre com medo de me decepcionar novamente. Mas o fato é que Guardiões da Galáxia me surpreendeu por ser  super divertido, e Guardiões da Galáxia vol. 2 conseguiu superar o primeiro em termos de diversão.

Guardiões da Galáxia vol. 2 Poster

Na verdade eu não esperava nada menos que isso. Após ver os trailers e ouvir a trilha sonora incrível que foi liberada a poucos dias da estreia, eu confesso que criei grandes expectativas. Porém, uma certeza que eu tinha era que no mínimo eu iria me divertir.

E neste aspecto o filme não decepciona em nadinha. Em casa, enquanto me vestia pra ir pro cinema ver Guardiões da Galáxia vol. 2, já entrei no clima dançando ao som de Hooked on a Feeling e outras canções das trilhas sonoras de ambos o filmes. E quando o filme começou o clima era esse mesmo. O filme começa com ação e música. E um adorável Baby Groot dançante enquanto os outros integrantes do grupo de heróis tenta matar um monstro gigantesco. Você basicamente começa a rir no primeiro minuto de filme.

Os diálogos sarcásticos recheados de piadas típicos dos quadrinhos da Marvel, e até mesmo os insultos entre Peter Quill (Chris Pratt) e Rocket Raccoon (Bradley Cooper) são simplesmente hilariantes. Aliás, o guaxinim é tão raivoso e ultrajante que a gente só consegue rir. Dá até vontade de pedir pra ele nos insultar também. Se bem que acho que essa não seria uma boa ideia, ele provavelmente me faria chorar. E Drax (Dave Batista)? Melhor pessoa! Ele com o jeito sem filtro dele faz a gente gargalhar fácil no cinema.

Esse ritmo é mantido em quase todo o longa. Os próprios personagens de Guardiões da Galáxia vol. 2 gostam de colocar as músicas da Mix tape de Peter pra tocar mesmo quando o Star Lord não está por perto. A gente acaba cantando junto com os clássicos da trilha. Tem bastante cenas do Baby Groot (Vin Diesel) tão divertidas quanto as dos outros personagens. O filme é recheado de personagens ricos e com personalidades únicas, todos com momentos dedicados a eles, sem deixar que o filme perca essência. Há a Gamora (Zoë Saldaña) , por exemplo, tendo que lidar com sua irmã Nebula (Karen Gillian). E em meio a questões pessoais de cada um dos guardiões, há uma confusão danada, afinal eles precisam salvar o universo de novo. E , é claro, as coisas tomam proporções devastadoras.

O elenco ainda conta com Michael Rooker como o anti-herói Yondu Udonta que acaba conquistando nossos corações; com Sylvester Stallone como Stakar Ogord; Kurt Russell como Ego; Pom Klementieff como a esquisitinha e fofíssima Mantis que tem cenas muito boas com Drax. E o que dizer da participação de David Hasselhoff (aquele cara que fazia Super Máquina) como ele mesmo?

Quer se divertir numa boa? Assista Guardiões da Galáxia vol. 2 e se deixe levar pelo clima. Sabemos que todos os filmes da Marvel fazem parte de uma grande história que está sendo contada. E por isso, várias adaptações foram feitas para poder contar essa história. Obviamente, algumas dessas mudanças podem não agradar a todos os fãs. Mas numa boa? Os filmes da Marvel são feitos para nos divertir. E são muito bons em atingir esse propósito. Entrei no cinema super animada e saí feliz depois de ter me divertido a valer por 2h 18m. Para mim, o ingresso valeu cada centavo. Sério mesmo. Já quero assistir de novo. Inclusive, acabei de escrever esse review ouvindo a trilha. Impossível não se animar! 🙂

“Uga chaka uga uga uga chaka uga uga chaka
I’m hooked on a feeling
I’m high on believing
That you’re in love with me…”

Ah! E não saia antes dos créditos terminarem! Tem 5 cenas pós créditos. 🙂

Assistam e depois me contem o que acharam! 😉

Se esse não é muito o seu tipo de filme, dá uma olhada em outros reviews de outros filmes e séries aqui.

Girlboss – série de comédia da Netflix sobre a trajetória de Sophia Amoruso, a fundadora da loja Nasty Gal

A nova série da Netflix  Girlboss conta a história da marca Nasty Gal. Mais especificamente mostra de uma maneira bastante floreada a trajetória de Sophia Amoruso de jovem desajustada e pobre até se tornar uma milionária empresária. Começou em 2006 vendendo no Ebay roupas que encontrava em brechós (roupas vintage), e, transformou em um negócio que lhe rendeu 100 milhões de dólares. A empresa chegou a ter mais de 350 funcionários vendendo roupas cool, novas e usadas, para milhões de mulheres ao redor do mundo.

Girlboss

Em novembro de 2016, a Nasty Gal declarou falência, o que não significa que deixou de existir, mas está passando por algumas reestruturações.

Girlboss

Ao ler a respeito da série, descobri que a ideia era trazer a história de Sophia em forma de comédia, sendo a protagonista vivida por Britt Robertson – que aliás está muito bem no papel – uma espécie de anti-heroína.

Girlboss

Girlboss

Uma coisa é certa, a fundadora da loja Nasty Gal é retratada por alguém autoconfiante, determinada e independente. Porém, Sophia não sabe valorizar as amizades. Não sabe valorizar as pessoas a sua volta. Seu egoísmo afasta as pessoas diversas vezes durante a trama. É grosseira e autocentrada, para ela o mundo gira ao seu redor. E não demonstra ver problemas em roubar coisas.

Não é exatamente a pessoa mais adorável do mundo, mas sabendo filtrar dá para admirar alguns aspectos da personalidade da empresária, como a determinação e a coragem para fazer as coisas como lhe dá na telha, e a força para lutar pelo que acredita mesmo quando a maioria das pessoas a veem apenas como uma garotinha.

Em contrapartida, sua melhor amiga Annie interpretada por Ellie Reed, é aquele tipo de amiga que toda garota gostaria de ter. Divertida, tem excelentes tiradas, e está sempre dando apoio à amiga. A atriz é ótima e tem as reações mais divertidas. Merece destaque.

Girlboss
Sophie e Annie

 

Girlboss

Outro que merece destaque é RuPaul que participa da série no papel do segurança de aeroporto Lionel, um vizinho de Sophia que também tem ótimas tiradas e dá uns conselhos à garota desbocada de vez em quando. E numa boa, quem é que não adora o RuPaul né? =)

Girlboss RuPaul

Trilha sonora  de Girlboss  é  bem bacaninha

A primeira coisa que me chamou a atenção quando dei play no primeiro episódio foi a trilha sonora. Ela dá um tom alegre e divertido à série, que nos deixa animados a continuar assistindo. Dá para maratonar numa boa.

A trilha é bastante eclética, trazendo algumas musicas antigas, bem old school, que continuam icônicas até os dias de hoje, bem como vários diferentes gêneros incluindo rock, rap e soul clássico.

As músicas certamente combinam com a personalidade da protagonista, a “selvagem” Sophia. Eis algumas das músicas:

Wild One” – Jerry Lee Lewis
Rebel Girl” –  Bikini Kill
I’ve Got Dreams to Remember” – Otis Redding
Get It Poppin” – Fat Joe ft.
Nasty Gal” – Betty Davis
Teenage Dirtbag” –  Wheatus
I’ll Come Crashing” – A Giant Dog

Figurino de Girlboss

A série não deixa de ser uma série sobre moda. Moda vintage pra ser mais exata. A protagonista tem esse look super cool meio setentista / oitentista e veste jaquetas “bad ass” ou moletons confortáveis. Às vezes a gente até esquece que a história começa em 2006.  O fato é que a garota tem mesmo um bom faro para achar peças lindas de outras décadas e transformar em algo super cool de se usar nos dias de hoje.  Quem curte moda, vai gostar.

Girlboss

 

A série que estreiou ontem dia 21/04  é produção original da Netflix e tem como produtores executivos Kay Cannon, Charlize Theron, Beth Kono, Laverne McKinnon e Sophia Amoruso.

Vale a pena assistir!

Tem trailer? Tem trailer!

 

Falando em série que vale a pena assistir, já deu uma olhada no post sobre Outlander que eu fiz? E Westworld, já assistiu? Fica a dica! 😉

CoSchedule – um calendário super bacana para planejar melhor seu blog

Esses dias navegando pelo Pinterest, meio perdida, procurando algo que me ajudasse a me organizar melhor aqui no blog, acabei encontrando essa ferramenta all-in-one CoSchedule. E, não vou te enganar não, gostei bastante desse blog planner.

Logo CoSchedule

Acontece que quando a gente começa um blog novo não tem noção de quanto trabalho isso envolve. Não é só sentar meia-horinha e escrever sobre uma coisa qualquer. Além da pesquisa envolvida para escrever (sim, gente, eu pesquiso bem antes de sair escrevendo qualquer bobagens), da produção de imagens para ilustrar os posts e a escrita propriamente dita, há ainda a necessidade de divulgar e promover o trabalho. Isso envolve postar em redes sociais distintas. No início da blogosfera, basicamente existia só o twitter para tanto.

Eu já tive blogs antes, como o Silent Devotion que começou como uma brincadeira em 2003 um weblogger, sem pretensão nenhuma.  O twitter só foi surgir bem depois em 2006. Mais ou menos nessa época,  quando eu já morava na Itália, que blogs começaram a virar fonte de renda de algumas pessoas, e a palavra bloggueiro virou sinônimo de profissão.  A essa altura eu já tinha domínio próprio e twitter, mas ainda assim não tinha pretensão nenhuma. Depois o Silent Devotion evoluiu para o Democracia Fashion (Que está lá, quietinho, para quando eu decidir voltar. Ou talvez eu ainda o incorpore de alguma maneira aqui mesmo, não me decidi) e eu usava mais o Facebook para divulgá-lo. Quando eu mantinha esses blogs que citei por puro hobby, não havia ainda Instagram, G+, Linkedin, Pinterest, etc.

Quer dizer, de lá pra cá a coisa evoluiu muito. E o que não faltam são redes sociais. É aí que o CoSchedule entra. Durante o tempo em que fiquei usando de teste (15 dias gratuitos) a ferramenta facilitou muito a minha vida. A ferramenta é uma espécie de calendário onde você pode planejar não apenas o conteúdo do seu blog, quanto programar o que vai ser postado nas suas redes sociais.

A ferramenta pode ser acessada tanto pelo site do próprio CoSchedule quanto por dentro do próprio wordpress, como um plugin. E é por dentro do wordpress que a magia acontece.

CoSchedule Painel

Eu redijo o meu post normalmente pela interface do wordpress, e aí, quando termino de escrever, inserir imagens e etc. – ou seja, quando deixo o post pronto “redondinho” – é o momento em que o CoSchedule entra em ação.

Logo abaixo da área de post, aparecem as opções da ferramenta. O visual é bonito e intuitivo, basta ir escolhendo em qual rede social você deseja divulgar seu post, determinar qual dia e até mesmo o horário. Caso prefira, há a opção do próprio CoSchedule escolher o melhor horário também. Fora isso, você pode escolher a imagem que vai ser postada com a chamada para o seu blog e trocar o texto sugerido pela ferramenta, se quiser.

CoSchedule
Alguns posts agendados para divulgação nas redes sociais. Posso escolher a foto que vai aparecer e editar o texto da chamada.

 

Ah, sabe o que é super bacana também? O fato de você poder arrastar as coisas dentro do calendário para rearranjar como preferir. Aquele esquema que eles chamam  de drag and drop.

CoSchedule
Se eu quiser, é só clicar em um desses agendamentos e trocar de lugar arrastando.

 

Esse vídeozinho abaixo mostra mais ou menos como a ferramenta funciona. Está em inglês, mas dá pra ter uma ideia do visual e praticidade do CoSchedule.

 

CoSchedule from Garrett Moon on Vimeo.

 

Eu meio que fiquei apaixonada pela praticidade da ferramenta. Aquela mão a roda para quem estava perdida como eu. O único problema é que o período gratuito acabou e é preciso pagar uma mensalidade. Essa mensalidade não está nada barata para os dias atuais no Brasil. Afinal que já foi o tempo que o dólar era uma pechincha.

O plano mais basiquinho está $15 dólares mensais e dá direito a ter 1 usuário e conectar até 5 redes sociais. Acho que esse plano me atende bem, já que não tenho a necessidade do workflow (por enquanto o blog é feito apenas por mim mesma).  Estou pensando direitinho e, eventualmente devo acabar assinando.

O ponto positivo é que para tertar durante 15 dias gratuitamente não precisa informar cartão de crédito nem nada. Total sem compromisso e foi por isso que resolvi testar. O problema continua sendo aquele: a ferramenta pode te deixar dependente. Se você tem blog acho que deveria pelo menos testar. O único risco que você corre é o de gostar muito e ter que desembolsar uma graninha.